• 1 de novembro de 2016
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Eliziane Gama foi a ausência mais notada no segundo turno da eleição de São Luís

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A noviça rebelde

Apontada como uma das principais personagens da disputa eleitoral pela Prefeitura de São Luís, tendo se anunciado muito antes da campanha começar como uma das principais adversárias do prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT), a deputada Eliziane Gama (PPS) foi a ausência mais notada neste segundo turno da eleição em São Luís. Desde a divulgação do resultado do primeiro turno, em que ficou no quarto lugar, ela nunca se pronunciou sobre o assunto, sequer para agradecer os votos recebidos.
No segundo turno, sabia-se, sua situação seria delicada, pois, mesmo sendo adversária de Edivaldo, tem relações próximas com o governador Flávio Dino (PCdoB), a quem teria indicado vários cargos de terceiro e quarto escalão, portanto seria difícil confrontá-lo, porém o caminho mais coerente seria o apoio ao deputado Eduardo Braide (PMN). Poderia até ter se posicionado neutra, mas preferiu nada dizer.
Diante desse comportamento, Eliziane fica numa situação crítica com o eleitorado e corre o risco até de colocar em perigo sua reeleição para deputada federal em 2018. Pensar em cargo executivo – governadora, como pretendeu em 2014, ou mesmo prefeita de São Luís – isto deve se tornar mais difícil, pelo menos nos próximos seis anos.

 

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