• 7 de novembro de 2016
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Campanha de Braide deixa pendência de R$ 298 mil

A eleição passou, mas os candidatos ainda continuam “pendurados” junto à Justiça Eleitoral quando o assunto é prestação de contas. Derrotado nas urnas, Eduardo Braide (PMN) detém a maior dívida de campanha. Segundo prestação disponível no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Braide contratou R$ 372.979,37em despesas e até sexta-feira havia pago R$ 74.369,70. Ou seja, uma diferença de mais de R$ 298 mil a pagar. Reeleito, Ediavaldo Holanda Júnior (PDT), contratou R$1.236.525,54, pagou R$ R$1.203.525,54. Resta pagar pouco mais de R$ 38 mil. Um débito de mais de R$ 300 mil somados os dois candidatos.

Os números, porém, podem mudar para mais ou para menos até o dia 19 de novembro, fim do prazo para os candidatos que disputaram o segundo turno das eleições municipais apresentarem a última prestação de contas à Justiça Eleitoral.

Com uma dívida de quase trezentos mil, Braide pode ser “salvo” por seu partido, o PMN, que em caso de não pagamento das despesas pelo candidato, deve por lei arcar com o montante da dívida. Se não o fizer, segundo informações obtidas pelo blog, fica sem receber o Fundo Partidário destinado também por lei às agremiações políticas.

Até o dia 19, data limite da segunda e última prestação de contas, candidatos e partidos podem arrecadar recursos para liquidar as despesas e pagar a quem devem, se não quiserem ter as contas reprovadas pela Justiça.

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