• 3 de Abril de 2015
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Vereadora cobra de Flávio Dino reativação de maternidade no Anjo da Guarda

A vereadora Eidimar Gomes (PSDB) visitou na sexta-feira, 27, o Hospital Comunitário Nossa Senhora da Penha, maternidade gerenciada pelo Centro Comunitário Católico do Anjo da Guarda, na área Itaqui-Bacanga, em São Luís.

Na visita, a parlamentar constatou que a unidade de saúde está fechada mesmo depois de ter passado por reforma, que foi custeada com recursos do Governo do Estado, recebendo até novos equipamentos.

Como o hospital não voltou a funcionar, as mulheres grávidas que precisam de atendimentos acabam tendo que se deslocar para outros bairros para fazer consultas. “Não podemos admitir que as gestantes desta região se desloquem para outras áreas, sendo que temos uma maternidade totalmente equipada, pronta para receber os pacientes, mas que continua sem funcionar,” concluiu Eidimar Gomes.

Durante a visita, a vereadora pode comprovar o bom estado que se encontra o prédio recém­ reformado. Segundo a vereadora, há macas e outros equipamentos novos, porém abandonados desde que a unidade foi inaugurada, em 23 de dezembro de 2014, pelo então secretário José Márcio Leite.

Hoje, a unidade tem 28 leitos e cinco consultórios. Enfermarias, salas de parto e outros setores equipados, mas sem uso. Ainda sem previsão para voltar a funcionar, esta situação mobilizou Eidimar Gomes a fazer uma indicação, que foi aprovada pela Câmara Municipal de São Luís, ao Governador do Estado, Flávio Dino para tomar as devidas providências para o retorno imediato do funcionamento do Hospital Nossa Senhora da Penha.

“Faz mais de um ano que fechou para a reforma e nunca mais funcionou. Conheço pessoas que tiveram que fazer o pré­-natal no Centro. Já com seis meses de gravidez, precisou se deslocar, mesmo tendo uma maternidade aqui no bairro”, lembrou a dona de casa, Maria de Jesus.

Maria Domingas Almeida lembra que é a segunda vez que chega ao hospital na esperança de encontrá-lo funcionando, mas volta para casa decepcionada. “A maternidade foi entregue, mas ainda não está funcionando, é a segunda vez que venho, é uma situação revoltante,” relatou.

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