
A nova pesquisa Veritá sobre a eleição no Maranhão não foi divulgada na última sexta-feira, 1º, como sugeria o registro publicado no Tribunal Superior Eleitoral (veja reprodução abaixo). De acordo com o blog do Antônio Martins, o levantamento foi registrado alguns dias após o mesmo instituto conduzir uma pesquisa telefônica sobre a avaliação da administração municipal de São Luís.
A pesquisa MA-07144/2026, começou a ser feita no dia 26 de abril, um dia depois do registro, e terminou no dia 30 do mesmo mês. Foram ouvidos 1.525 pessoas em 61 dos 217 municípios do estado, conforme plano amostral em anexo. Clique aqui para conferir a lista das cidades e a quantidade de questionários aplicados.
A previsão era que a consulta autofinanciada tivesse seus números divulgados no dia 1º de maio. No entanto, especula-se que os resultados sejam revelados somente após a divulgação de outros dois levantamentos em andamento no estado, o que não configura ilícito eleitoral. O proibido é o inverso: divulgar pesquisa sem o devido registro.
Para registrar uma pesquisa é necessário o nome do contratante, e de quem pagou pelo serviço, os valores e a origem dos recursos, a metodologia utilizada e a realização do levantamento.
Além disso, também é necessário a apresentação do plano amostral, a ponderação quanto a gênero, idade, grau de instrução e nível econômico do entrevistado; o nível de confiança e a margem de erro da pesquisa; o questionário completo aplicado; e o nome do profissional estatístico responsável pela pesquisa.

Pesquisas suspensas no país
Até o momento, em 2026, o Instituto Veritá teve pesquisas suspensas em ao menos treze estados brasileiros e no Distrito Federal, conforme decisões da Justiça Eleitoral por irregularidades técnicas ou falta de dados obrigatórios.
As suspensões confirmadas abrangem:
Nordeste: Alagoas, Paraíba, Pernambuco e Piauí.
Sudeste: Espírito Santo, Minas Gerais e São Paulo.
Centro-Oeste: Mato Grosso do Sul, Goiás e Distrito Federal.
Norte: Pará e Tocantins.
Sul: Paraná.
Principais motivos das suspensões
As decisões judiciais, como a do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) e do TRE de Pernambuco, apontam as seguintes falhas recorrentes:
Deficiências técnicas graves: Inconsistências na metodologia e no plano amostral.
Omissão de dados: Ausência de relatórios completos ou dados essenciais no sistema da Justiça Eleitoral.
Irregularidades no financiamento: Em estados como o Mato Grosso do Sul, o questionamento envolveu a falta de detalhamento sobre a origem dos recursos próprios usados para pagar os levantamentos.
O instituto enfrenta diversas ações e investigações, incluindo processos que tramitam no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). No Maranhão, por exemplo, os dois levantamentos registrados pela empresa estão sendo questionados no TRE-MA.
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A Justiça decretou a prisão preventiva da empresária Carolina Sthela Ferreira dos Anjos, acusada de agredir e torturar uma empregada doméstica grávida, de quem ela suspeitava de roubo de um anel. Com a decisão judicial, a expectativa é de que a empresária seja presa ainda nesta quinta-feira (7).
O pedido de prisão ganhou força após o vazamento de áudios atribuídos à empresária, nos quais ela narra as agressões e faz comentários em tom de deboche sobre a vítima. O conteúdo passou a integrar os elementos considerados pelas autoridades durante a investigação.
O caso também provocou desdobramentos dentro da segurança pública. Na quarta-feira (6), a Polícia Militar do Maranhão afastou quatro policiais militares que atenderam a ocorrência registrada no dia 17 de abril. Em um dos áudios divulgados, Carolina afirma que um policial teria reconhecido que os hematomas visíveis no corpo da empregada justificariam sua condução à delegacia, mas que isso não ocorreu devido à amizade entre ambos. O suposto policial citado não teve a identidade revelada.
As investigações agora buscam identificar também o homem apontado como participante das agressões e das sessões de tortura contra a trabalhadora doméstica.
Carolina Sthela já foi condenada anteriormente por falsa acusação de roubo contra uma ex-babá.
A condenação ocorreu em outubro de 2025, pelo crime de calúnia, após Carolina acusar a funcionária de roubar uma pulseira de ouro do filho. Apesar de a sentença prever prisão, a pena foi substituída por prestação de serviços à comunidade, por se tratar de ré primária e com condenação inferior a um ano.
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A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria, nesta terça-feira (5), para manter a decisão do ministro Flávio Dino que suspendeu um inquérito policial e uma medida cautelar relacionados à investigação envolvendo o Podemos em São Luís.
O caso tramita na 2ª Zona Eleitoral da capital maranhense e apura a suposta atuação de uma organização criminosa voltada à prática de crimes eleitorais.
Julgamento no STF
O julgamento ocorre no plenário virtual da Primeira Turma do STF. Até o momento, os ministros Alexandre de Moraes e Cristiano Zanin acompanharam o voto do relator.
Com isso, já há maioria para manter a liminar concedida anteriormente por Flávio Dino, mesmo antes da manifestação da ministra Cármen Lúcia.
Pedido apresentado
A decisão analisada pela Corte atende a um pedido apresentado pelo vereador Fábio Macedo Filho, do Podemos.
Na prática, a medida mantém suspensos tanto o inquérito policial quanto uma cautelar vinculada à investigação eleitoral em andamento no Maranhão.
Investigação eleitoral
A investigação da 2ª Zona Eleitoral de São Luís apura a suspeita de atuação de um grupo envolvido em crimes eleitorais, incluindo possíveis fraudes ligadas à cota de gênero e movimentações financeiras consideradas suspeitas.
Durante o processo, a Justiça autorizou medidas como buscas, acesso a dados de celulares e computadores e o afastamento de uma função partidária.
Ao analisar o caso, Flávio Dino afirmou que relatórios da Polícia Federal citam possível participação de um parlamentar com foro privilegiado nas movimentações investigadas. Segundo o ministro, cabe ao STF decidir sobre investigações que envolvam integrantes do Congresso Nacional.
Sessão virtual
O julgamento teve início na última sexta-feira (1º) e está previsto para ser encerrado na próxima segunda-feira (11).
Mesmo com a pendência do voto de Cármen Lúcia, o placar já garante maioria favorável à manutenção da decisão tomada por Flávio Dino.
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Os membros da Assembleia Legislativa do Maranhão (Alema) que integram a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) destinada a apurar supostas denúncias de corrupção envolvendo o vice-governador Felipe Camarão (PT) definiram, nesta quarta-feira, 6, o comando do colegiado.
A deputada estadual Ana do Gás (Republicanos) será a presidente, e o deputado Adelmo Soares, (Republicanos), o vice.
A relatoria ficará a cargo do deputado Yglésio Moyses (PRD).
A reunião teve um momento de tensão dos deputados Rodrigo Lago e Carlos Lula, ambos do PSB, com Yglésio e Mical Damasceno (Republicanos).
Após um rápido bate-boca, os dinistas deixaram a sala das comissões e não participaram da votação para escolha da mesa diretora dos trabalhos.
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A empresária Carolina Sthela Ferreira dos Anjos, investigada pela Polícia Civil do Maranhão (PC-MA) por suspeita de agredir e torturar uma empregada doméstica de 19 anos, grávida de cinco meses, já havia sido condenada em outro caso por falsa acusação de roubo contra uma ex-babá.
A condenação ocorreu em outubro de 2025, pelo crime de calúnia, após Carolina acusar a funcionária de roubar uma pulseira de ouro do filho. Apesar de a sentença prever prisão, a pena foi substituída por prestação de serviços à comunidade, por se tratar de ré primária e com condenação inferior a um ano.
A empresária Carolina Sthela afirmou, por meio de nota, que colabora com as investigações e que apresentará sua versão no momento oportuno. Ela também declarou que repudia qualquer forma de violência, especialmente contra mulheres e pessoas em situação de vulnerabilidade, e pediu que não haja “julgamento antecipado” enquanto o caso é apurado.
Empresária é investigada por agredir empregada grávida
Áudios enviados por patroa em grupo de mensagens narram agressão contra doméstica no MA Três semanas após a agressão, a empregada doméstica de 19 anos ainda se recupera dos traumas emocionais. A jovem denunciou ter sido espancada pela empresária Carolina Sthela após ser acusada de roubar joias da ex-patroa. Grávida de cinco meses, disse que tentou proteger a barriga durante os golpes.
As agressões aconteceram em 17 de abril, na casa onde a vítima trabalhava, em Paço do Lumiar, na Grande São Luís. Segundo a jovem, ela foi puxada pelos cabelos, derrubada no chão e agredida com socos e murros.
“Começou com puxões de cabelo. Eu fui derrubada no chão e passei boa parte do tempo ali. Foram tapas, socos e murros… foi sem parar. Eles não se importavam”, disse.
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