Sete estão envolvidos no cárcere e abuso contra esposa de deputado

Sete pessoas estariam sob investigação por suposta ligação com o caso de cárcere privado envolvendo a advogada Ingrid Campos, esposa do deputado federal Ribeiro Neto. Entre os investigados, cinco seriam assessores do deputado, incluindo um que atua na Policlínica do Cohatrac, suspeito de ser o dono da arma associada ao crime. As outras duas citadas são mulheres, e uma delas teria parentesco com o parlamentar.

O caso está sendo investigado pela Delegacia Especial da Mulher de São Luís após o registro de boletim de ocorrência pela vítima. Segundo apurou o blog do Antônio Martins, um Renault Sandero branco, de propriedade de uma autoescola, pode ter sido utilizado na ação. Após deixar a unidade médica, ela teria sido levada forçadamente a um motel na região do Turu.

No motel, Ingrid teria sido obrigada a ingerir uma garrafa inteira de vinho, o que teria comprometido sua capacidade de reação. Em seguida, ela relata que foi submetida a ato sexual sem consentimento, lembrando apenas parcialmente do ocorrido devido a alcoolemia.

A vítima teria permanecido mais de 48 horas incomunicável, impedida de sair de casa ou manter contato com familiares. Além do cárcere privado, os envolvidos também podem responder por crimes de agressão e estupro de vulnerável.

A Polícia Civil pediu a apreensão da arma citada pela vítima, a suspensão do porte do investigado, o afastamento do parlamentar do lar e a proibição de contato com a mulher, familiares e testemunhas. Os investigadores também solicitaram a devolução de aparelhos eletrônicos que, segundo a denúncia, teriam sido retidos por Ribeiro Neto. O caso é apurado no âmbito da Lei Maria da Penha.

O episódio veio à tona quase quinze dias após o blog revelar um flagrante envolvendo a esposa de um deputado federal, que surpreendeu o marido com outra mulher na cama do casal na manhã da última sexta-feira, 8. Concidentemente,  a esposa traída acabou indo à Policlinica do bairro, onde permaneceu.

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Andreia Rezende presta homenagem a Fufuca Dantas na Assembleia

A Assembleia Legislativa do Maranhão realizou, nesta segunda-feira (18), a entrega da Medalha Manuel Beckman ao ex-prefeito, ex-deputado estadual e uma das maiores lideranças políticas do Vale do Pindaré, Fufuca Dantas. A honraria, considerada a maior concedida pelo parlamento maranhense, foi proposta pela deputada estadual Andreia Rezende e aprovada por unanimidade pelos deputados estaduais.

A solenidade contou com a participação deputado federal e ex-ministro do Esporte André Fufuca, prefeito de Alto Alegre do Pindaré, Didi do PP, prefeito de Tufilândia, Emanuel Ricardo e prefeito de Paulo Ramos, Adailson Machado. Além dos ex-deputados estaduais Stênio Rezende, Rubens Pereira, Penaldon Jorge e Jura Filho, diretor-geral do DETRAN Maranhão, Diego Rolim, presidente do CIM, Flávio Viana, pré-candidato a deputado estadual Tulio Rezende, vereadores, secretários municipais e lideranças políticas.

Durante a homenagem, a deputada Andreia Rezende destacou a trajetória de dedicação de Fufuca Dantas ao Maranhão e, especialmente, ao povo de Alto Alegre do Pindaré. Formado em Economia pela UFMA, Fufuca construiu uma vida pública marcada pelo compromisso com o desenvolvimento regional, atuando como vereador, deputado estadual, secretário de Estado e prefeito por quatro mandatos.

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MP participa de fiscalização de bares irregulares em São Luís

O Ministério Público do Maranhão, por meio das Promotorias de Justiça de Controle Externo da Atividade Policial de São Luís, participou, na noite da última sexta-feira (15) de uma fiscalização de bares irregulares na capital maranhense. Atuaram, também, a Delegacia de Costumes e a Polícia Militar.

No total foram interditados quatro bares na Vila Embratel, dois no Anjo da Guarda e sete bares no Centro, próximo à Fonte do Ribeirão, todos funcionando sem nenhum tipo de licenciamento.

Os bares fiscalizados foram alvo de reclamações formalizadas pela comunidade por perturbação da paz e tranquilidade dos moradores próximos. A insatisfação foi registrada junto às autoridades competentes por meio de representação criminal com abaixo-assinado comunitário.

De acordo com os promotores de justiça Cláudio Guimarães e Cláudio Cabral Marques, o coronel Soares Junior, do Comando de Policiamento de Área Metropolitana Sul (CPAM-SUL), e o delegado da Delegacia de Costumes, Claudio Barros, as fiscalizações serão intensificadas e contarão com a participação da perícia técnica do Instituto de Criminalística (Icrim).

“Quem insistir na prática da poluição sonora será preso em flagrante delito pela prática do crime de poluição sonora, previsto no artigo 54 da Lei de Crimes Ambientais”, explicaram as autoridades.

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Dino relata ameaça de morte por funcionária de empresa aérea

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), relatou nas redes sociais ter sido alvo de ameaça de morte feita por uma funcionária de uma companhia aérea. O caso ocorreu em um aeroporto de São Paulo na manhã desta segunda-feira (18).

De acordo com Dino, a funcionária disse a um agente da polícia judicial que tinha a “vontade de xingá-lo”. Em seguida, ela acrescentou que seria “melhor matar do que xingar”.

“Recentemente, uma funcionária de uma empresa aérea, ao olhar um cartão de embarque com meu nome, manifestou a um agente de polícia judicial a vontade de me xingar. Em seguida se corrigiu: disse que seria melhor matar do que xingar. Como não a conheço, nem ela me conhece, é claro que tais manifestações derivam de minha atuação no STF”, informou Dino.

O ministro também fez um apelo para que as empresas façam campanhas de educação cívica, principalmente, às vésperas das eleições de outubro.

“Cada um tem sua opinião, suas simpatias e o seu voto individual. Mas, um cidadão não pode ter receio de sofrer uma agressão de um funcionário de uma empresa, ao consumir um serviço ou produto. Pode ter sido um caso isolado. Porém, com o andar do calendário eleitoral, pode não ser. Então é melhor prevenir”, completou.

Nota do STF

Em nota à imprensa, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, condenou a ameaça sofrida por Dino.

Fachin prestou solidariedade ao ministro e afirmou que a divergência de ideias não pode abrir espaço para o ódio, à violência e à agressão pessoal.

“Impõe-se reafirmar os valores da civilidade, da tolerância e da paz social. O Brasil precisa de serenidade, espírito público e compromisso democrático, para que as diferenças possam coexistir dentro dos limites do respeito mútuo e da dignidade humana”, afirmou.

Procurada pela Agência Brasil, a assessoria do ministro não forneceu detalhes sobre a ocorrência.

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Fred Campos chama de ‘crime’ pagamento autorizado por seu PGM

O ‘acordo’ proposto por João Bispo em uma ação de cobrança acaba desmoralizando o prefeito de Paço do Lumiar.

O blog do Antônio Martins lança, neste sábado (16), a série de reportagens “O lado oculto” — a verdade escondida, tratando sobre uma ação de cobrança movida pela empresa Starcom Loc Empreendimentos contra a Prefeitura de Paço do Lumiar, evidenciando uma divergência entre o prefeito Fred Campos, e o procurador-geral do município, João Bispo.

O caso veio à tona em dezembro do ano passado, quando Campos usou as redes sociais para denunciar que a empresa acionou o plantão judicial cobrando mais de R$ 8 milhões do município luminense. O valor, segundo ele, seria referente a um suposto “contrato verbal” com a ex-prefeita Paula Azevedo, sem licitação ou comprovação de serviços prestados.

O problema, contudo, é que a narrativa do chefe do executivo não é baseada em fatos. Ao longo dos episódios da série, examinaremos minuciosamente os documentos do processo, que somam 1.319 páginas, apresentando a mesma história por um ponto de vista completamente diferente.

Na narrativa do vídeo, Fred Campos descreve o pagamento como ‘criminoso’ e tenta erroneamente vincular o ocorrido à ex-prefeita Paula da Pindoba. No entanto, o prefeito parece desconsiderar a existência nos autos de uma manifestação assinada por seu procurador, que atuou na administração de Inaldo Pereira, sugerindo um ‘acordo’ para saldar a dívida com a empresa.

Ou seja, ao concordar com a possibilidade da realização de um acordo na justiça, o PGM reconheceu a existência do débito. Por via de regra, o acordo judicial funciona como uma confissão de dívida e um contrato que encerra a discussão sobre a origem e o valor original da pendência, estabelecendo novas regras para o pagamento.

Ao manter João Bispo na função, o prefeito ignorou esse importante detalhe e sua permanência no cargo revela não apenas a ‘desmoralização’ ao chefe do executivo luminense, mas expõe o cinismo, a desfaçatez e a hipocrisia de chamar de ‘crime’ um pagamento que seu próprio subordinado se dispôs a pagar, por meio de um acordo.

Outro aspecto notável nas peças produzidas e anexadas aos autos é o depoimento do ex-prefeito Inaldo Pereira, aliado político de Fred Campos. O testemunho de Pereira à polícia expõe a cara de pau do atual mandatário luminense, que tenta atribuir à sua adversária um fato que também envolve diretamente seus próprios aliados. Contudo, esse é um assunto para o nosso próximo episódio.

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